A arte de ser consiste em saber se expressar. "Humanae Vitae", do latim "Vida Humana", é um termo que nos condiz a afirmarmos a real essência de nós mesmos. Para este fim, é necessário abstermo-nos dessa "Humanidade" vil e recompensarmo-nos através de uma sutil libertação de linguagem, que é uma expressão manifesta na mente, em um papel, em um livro, em um blog. * RAQUEL MURAD *
sábado, 20 de outubro de 2012
18 de outubro - Dia do Médico
sábado, 13 de outubro de 2012
Silencia...
É triste quando, sem querer, faz-se parecer algo que não o é, transparece-se em vc algum tipo de sobreposição, orgulho ou antipatia que, na real, não existem.
O bom é que quem ama, ama! Não importam as más interpretações, amar é conhecer seu coração e intenção.
Minha fase, hoje, é a qu
O silêncio nem sempre é isolamento, mas sim é evitar conflitos, más interpretações, dissenso. É buscar a si (no meu caso, em Ds), para ser achado e cumprir o proposto em tempo bom.
Prefiro esse som de paz, que é a mansidão, pois também não anula o convívio e a interação, aprimora-os.
Silenciar é ser paciente, é calmaria ao agitado mar de meu ser. É saber portar-se no tempo, nas esferas incalculáveis da mente humana.
Vivo, entristeço, amo, silencio, penso, amo, vivo.
Meu ciclo vicioso na tentativa de aprimoramento..
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Expressão de mim
Libertos somos pela mão divina
E ela nos expande a visão
Assim vem a compreensão
De que há propósitos
Há vidas
Há exigências
Que precisam de mim para existir
E eu preciso delas para ser quem sou
Despropósitos
Vontades vãs
Turvam o caminho
Caos!
Identidade?
Ela se perde
Constância, incerta
E agora? Confusão!
Devaneio
Procrastinação...
Até que, enfim,
Vejo de novo a mão.
Aquela mão, sempre estendida
Mas omitida pela minha suposta razão.
Depois, orgulho vencido
Propósito retomado.
Retorno ao meu eu,
Sinto a mão em que descanso..
Vejo, agora vejo!
Quero continuar enxergando!
E a neblina turva
Que se emane com a
Chegada da aurora
De Sua Graça!!
(Raquel Murad)
quinta-feira, 29 de março de 2012
Paradoxando
É preciso se esvaziar para preencher, diminuir para crescer, chorar para sorrir, perder para vencer, mudar para permanecer, abdicar para receber, secar para frutificar, morrer para renascer, enfraquecer para fortalecer, pular para sair do chão, mover-se para mudar a direção, conter-se para se extrapolar, calar para cantar, congelar para derreter, parar para dançar, pôr para retirar, insensibilizar para sentir, ter fome para comer, sede para beber, emburrecer para criar, conservar para modernizar, ficar para sair, espalhar para juntar, recriar para desmontar, desistir para continuar... ver o sol morrer para outro chegar!
(RaquelMurad)
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Nação filantropista

Há de se achar humanos, irmãos. Habitantes de um mesmo círculo, localidade de confrontos múltiplos. Um país legal, civil e político, abrangendo o social. Lá há de se ter amigos da raça humana, cidadãos do mesmo mundo.
Naturalizar o zelo, fazer-se natural à socialização. O filantropo é favorável ao bem comum, busca de si a utilidade geral. A árvore seca perde os frutos se não houver terra amiga a presentear suas riquezas.
Humanizar-se é o altruísmo máximo de relacionamentos, pois confronta causas ao desfavor de si próprio e ao favor alheio. Pela nação, patrizar relações indicará, assim, caminhos conexos pelos interesses coletivos.
Nascer, comer, crescer, repouso, abrigo, sustento, vida. Dizem da liberdade de diretos, cidadania. Não há pátria sem dignidade humana. Há só elegância falsa de sem terras famintos, sedentos, doentes. Prisão de sombras, escuridão das necessidades.
Ser homem de seu país é olhar pelos habitantes. Ver e sentir pela causa do todo. Abrigar no interior vontade e capacitação de atitude. Ser indivíduo, um claro cidadão.
A junção destes "filantropiza" o Brasil. Faz-se a todos o gozo da civilidade, política, moral, saúde e bem-estar. Apropria-se dos bens oferecidos. Há prazer. Satisfação pelo tesouro nacional feito das moedas valiosas de se ser irmãos.
Raquel Murad
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Horizonte

Por que insistir no descompasso premeditável?
Por que teimar na prisão da não razão?
Os fatos denunciam
As vontades iludem
A calmaria é simplória Tão real e magnificante
Pra que inserir a turbulência?
Tal ação estabelece loucura
A insanidade
talvez fortalecedora do coração
Ou apenas vazia
Surge a agonia do não alçável
Sugerindo descompanhia
Solidão
Contudo, que doce concessão!
O verde me aproxima
da imensidão onde me consagro
O leite marítimo da Lua
me descobre da amargura
Num instante, compreendo
Aqui, enxergo
A profundidade se alcança
Com o foco da bonança
Recicle-me
Iludi a ilusão
Não me cabe mais a frieza da sensação
Alcancei, mudei
Vivi, sofri
Compreendi
Horizonte mostra agora
o ponto de partida
para a ilustre presença
da minha chegada!
Raquel Murad